Anteriormente::::::: Então ele começou a realmente me beijar, sua lingua invadiu minha boca com delicadeza, eu fui abrindo a mesma lentamente dando passagem, nos beijávamos com tanta intensidade que chegava fazia aqueles sons sutis e deliciosos no meu ouvido. Suas mãos subiram pra minha nuca, dessa vez o beijo foi mais feroz sua boca era tão gostosa, seu halito delicioso de menta, o que me deixou intrigada por ele deveria ta com gosto de bebida, mais não ele tinha que ser perfeito até nisso.

Nossos lábios foram se desgrudando aos poucos, queria continuar assim do jeito que estávamos, não queria parar de sentir o toque delicioso dos seus lábios. E parece que o Justin também não, ele me pegou novamente com suas duas mãos firmes na minha cintura, e me puxando pra mais perto mordendo meus lábios inferiores. Justin foi aprofundando mais o beijo, pedindo passagem pra sua língua,cedi. Logo sua língua adentrou dentro da minha boca, causando em mim sensações incríveis. Nossos lábios se moviam com rapidez em sincronia, posso dizer que aquilo era muito excitante. Já tínhamos trocado de lugar, eu estava entre as pernas dele, e ele encostado no corrimão. Depois foi descendo seus lábios quentes pelo meu queixo, e para meu pescoços dando mordidinhas. Gemi, colocando a cabeça para trás.
Sente suas mãos apertarem minhas coxas não pude negar era como se eu tivesse nu paraíso ou muito próxima dele. Justin me colocou contra parede novamente, eu arfava e ele também. Nosso olho se encontraram, causando em mim um misto de confusão e vergonha, tirando uma mecha de cabelo que insistia em cair sobre meu rosto, mais finalmente ele voltou pro meus lábios, agora me beijando com mais intensidade do que nunca, pressionando sua língua macia sobre a minha.
De repente senti tudo ficar claro, Justin balançou a cabeça ainda com os lábios perto do meu. Ouvi paços se aproximando, e quando me dei conta não estávamos mais sozinhos.
--: Cara você mereceu ganhar a aposta. – Aposta? do que o Ryan tava falando, não entendi muito bem, nem sei como, nem por que mais meus olhos já marejavam. Eu não iria chorar, não na frente deles. Não sem saber o por que. Era como se eu tivesse sentindo um mau pressentimento. Eu queria perguntar do que se tratava mais nenhuma palavra sai da minha boca era quase como se eu não tivesse forças. Olhei pro Justin.
Justin: Ryan você bebeu de mais, acho melhor ir para casa. – O Justin disse ignorando o que tinha falando, ai tem pensei e eu quero saber.
Ryan: No ultimo minuto, você ganhou a aposta no ultimo minuto. - Disse o Ryan, fazendo meu sangue se esvaindo pelo meu rosto, ele não parecia muito alterado. Mais o cheiro da bebida era forte.
Demi: Aposta? Ultimo minuto? - até que fim as palavras saíram agora em um to histérico - Ah. Meu. Deus. – Sussurrei olhando pro relógio. Soavam meia noite em ponto.
Fada Madrinha: Mais como nos sonhos receio que não possa durar muito tempo. O Efeito acabara a meia noite.
Cinderela: Meia noite? Oh Obrigada.
Fada Madrinha: Oh não preste atenção ao soar das doze horas a magia cessará e tudo que era antes volta.
( Cinderela. )
Justin: Não é nada disso que você está pensando, o Ryan tá bêbado, você não ta vendo isso? – Como ele podia ser tão sínico.
Ryan: Justin não precisa mais enganar a menina, você já ganhou a aposta mesmo. – Disse o Ryan pegando alguma coisa no bolso – aqui seus 10 dólares.
Demi: Brincar comigo? – Minha voz saiu fraca, mais fraco do que eu desejava que sai-se. – Então foi tudo uma aposta? – perguntei com voz de choro.
Me senti no filme cinderela. Tudo que eu sentia antes pelo Justin voltou, Ele tava me usando? Ele só ficou esse tempo todo comigo por causa de uma aposta? Era isso mesmo que tava acontecendo? E eu deixei que ele ganha-se como pude ser tão fraca?
Lentamente o Justin veio se aproximando de mim, mais eu andei pra trás.
Demi: Não me toca. – Disse me afastando bruscamente dele. – Isso não vai ficar assim. – Sussurrei deixando as lagrimas escorrerem sobre meu rosto. Não pude evita-las. Busquei forças aonde não existia, busquei forças la no fundo e sai correndo dali. - Você vai se arrepender tanto disso, você não sabe o quanto, Bieber. -disse seca-
Aposto que estava toda vermelha, enquanto saia dali desesperada pra ficar longe dele o mais rápido possível, olhei pra ele de volta. Um raio rachou no céu passando por entre as arvores, o brilho das estrelas cintilavam o rosto dele, era quase como se o Justin estivesse chorando. No meu coração um enorme pedaço de escuridão negra se abriu. As lagrimas caiam queimando sobre minha face. Meu coração batia em um ritmo tão doloroso, dói respirar, doía andar, dói saber que acima de tudo o que eu sinto por ele permanecia vivo e forte.
Era verdade tudo que aconteceu? Ou eu vou dormir e acordar dentro da minha casinha, debaixo do meu coberto, e tudo isso foi apenas um sonho ruim, que nunca vai virar realidade. Coloquei minhas mãos sobre meu rosto. Era de se esperar um garoto como ele.... Só poderia querer brincar com uma garota como eu.
Olhe pra mim. Olhe pra você de novo. Veja? Nos somos muito diferentes.
Era como se o céu estivesse chorando, e eu apenas sentada assistindo, pegando cada lagrimas derramadas com minhas próprias mãos. O silencio soava com um final, como se nós dois nunca fossemos ter uma nova chance. Ele tinha que me fazer sentir como se não tivesse restado nada de mim?
Até que fim meus olhos ainda embaçadas enxergaram aporta de saída, abrir a mesma com toda força as pessoas me olhavam era como se todo mundo soubesse me sente fraca. Eu sentia medo, medo de tudo. Medo do que vi, do que fiz, de quem sou. Mais, mais que tudo senti medo de meu coração nunca mais poder se juntar, nunca mais eu sentir com ninguém, o que eu sinto quando eu estou junto a ele. Até que ouvi alguém me chamar.
--: Demi. -gritava no meio da música alta- Demi! Espera! -segurou meu braço-
Demi: -me virei tentando limpar as lágrimas- Me deixa, por favor.
--: Demi o que houve?
Demi: Joe... -o abracei- Seu irmão, ele...
Joe: Não precisa dizer mais nada.... -colocou seu casaco em cima dos meus ombros- Vou t levar para casa.-concordei lentamente-
--: Demi... -aquela voz, Justin-
Joe: Cai fora, agora! -empurrou ele-
Demi: Que você quer? -disse fuzilando ele- Quanto te pagaram agora, em? -soltei um riso- Quer saber, não to um pouco interessada pela sua vidinha. Espero que morra sozinho. -entrelacei meus dedos no do Joe- Vamos, por favor.
As ruas de Atlantas eram frias e obscuras. Minhas pernas estavam bambas e totalmente tremulas.
"Adivinha quem é? – Lembrei daquela voz roca, soando bem proximo ao meu ouvido.
Papai noel– respondi fazendo graça, so agora eu percebo o quanto ele deve ter rido de mim.
- Ele riu, aquela risadinha gostosa bem perto do seu ouvido, imagine? – Papel Noel não existe. – Ele falou como se eu não soube-se disso .
Obrigada por me traumatizar. – Disse rindo.
Já descobriu quem é? – Ele perguntou, me virando ainda tapando minha visão.
Hmm... Bob esponja? – Pirracei mais.
Meu sonho velho, mais nem é. – Ele juntou mais nossos corpos. – Acho que vou ter que te dar uma dica.
Uma dica séria bom. – Falei completamente envolvida por aquele perfume, aquele halito delicioso de menta, aquela voz...
Eu tava procurando minha princesa. – Por que ele me iludiu tanto? Por que eu? Por que logo eu."
Me joguei no banco do carro totalmente arrasada, e os fleches, a voz dele ecoava cada vez mais forte em minha mente. Passei meus dedos sobre meus lábios, era como se eu ainda pudesse sentir os deles aqui.
Eu me lembro de tudo.
Quando tudo se apagou e eu abrir os olhos, ele estava lá.
Nunca vou sentir essa sensação de novo.
Eu vive um sonho, mais agora eu acordei em um precipício sem fim.
Me ver sofrer? Isso faz ele se sentir melhor?
Abrir os olhos lentamente ao sentir alguém me observar.
Joe: O que realmente aconteceu, Demi? -me fitava enquanto parava o carro em frente a minha casa-
Demi: Vamos entrar. -ele ia dizer algo mas, eu o fitei- Por favor. -ele assentiu saindo do carro e rapidamente chegando a minha porta a abrindo-
Joe: Isso é um sorriso? -disse apontando para a minha boca-
Demi: Evidentemente sim. -ri- O Senhor é um cavalheiro. -rimos e bati de leve em seu ombro- Vamos. -puxei ele e abri a porta-
A casa estava escura, era de assustar qualquer um.
Joe: Que medo. -não resisti e ri-
Demi: Joe está sendo assombrado pelos fantasmas dos Lovato. -fiz coquinhas nele-
Joe: Para! -riu-
Demi: Vamos subir. -disse puxando ele-
Joe: Tem medo em esbarrar em nada?
Demi: Não... Eu conheço essa casa de... -bati meu dedinho na quina- AIII MEU PÉ! -gritei-
Joe: Disse! -riu-
Demi: Não ria das minhas desgraças.
Entramos no quarto o Joe se tacou no puf de biscoito e eu fui pro banheiro tomar um banho. O banho inteiro pensando em tudo que eu passei com o Justin e senti que ia chorar, então deliguei o choveiro, coloquei meu pijama de tartaruga e sai.
Demi: Se importa de dormir aqui hoje? -fiz uma carinha triste-
Joe: Não! Claro que não, mas eu não tenho roupa para amanhã, e a gente tem escola.
Demi: Acordamos cedo e você se troca na sua casa. -disse pulando na cama do seu lado-
Joe: Eu não sei... -coçou a cabeça-
Demi:Por favor... -me levantei- Minha noite foi horrivel, eu pensei que eu amava o Bieber mas, ele só falava comigo por causa de uma aposta, que acabaria até ele me beijar. -lágrimas rolavam pelo meu rosto senti alguém me abraçar me puxando para seu corpo quente- Eu o odeio mais que tudo.
Joe: Sh.... -acariciou meus cabelos- Vai ficar tudo bem, eu to aqui. -beijou meu nariz me fazendo rir-
Demi: Sempre?
Joe: Sempre...
Conversamos anoite toda ate eu adormecer...
POSTO OUTRO HJ-B
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