P.O.V Justin
Senti meu corpo se contrair involuntariamente ao imaginar que eu fiz ela chorar novamente, imaginando como o Treinador era tão imbecil.
Joguei a pedra na janela dela novamente e vi ela se aproximar. Cabelos soltos caindo sobre os olhos. Eu quanto subia ao encontro dela, admirando sua beleza, imaginava o que se passava pela sua cabeça.
Agradecendo por ela está mais calma esses tempos.
Ela abriu a janela e foi andando para trás, fora do meu alcance, estava séria.
Justin: Não se assuste. – Disse chegando bem próximo – Só me ouve, está bem?
Ela se sentou na sua poltrona preta, se eu não me engano é formato de um biscoito. E colocou as mãos no colo. Não pude negar ficar hipnotizado pelas suas pernas. Seu short era tão curto que eu não encontrava ou sua regata de caveirinha era muito grande que cobria? Das duas formas ela estava impecável.
Demi: Acho melhor falar rápido, não quero que meu pai venha até aqui e te encontre.
Justin: Eu sei que ele está dormindo, esperei que isso acontece-se pra te chamar. – Disse fitando o nada. - Mais você sabe que ele não liga.
Demi: Mais eu ligo. – Ela levantou. - Você sabe?
Justin: Vai me dizer que não gosta? - Provoquei ela. - Sabe o que?
Demi: Claro que não. Por exemplo que tipo de pessoa gosta de outra que te faz ficar plantada por mais de uma hora. -disse- Nada não esquece.
Justin: Vou chegar ai. – Disse, minha atenção tava toda em seus cabelos agora.
Demi: Vai ficar desse jeito a noite toda? – Perguntou ela se jogando na poltrona novamente.
Justin: O que fez com o cabelo– Me aproximei pegando uma mecha.
Demi: Agora ele se incomoda com o meu cabelo. – Ela bufou cruzando os braços.
Me aproximei tocando uma mecha do seu cabelo,que agora estava grande parte castanho claro. Fiquei admirando, ela estava se irritando, gostava disso.
Demi: Que foi? Não gostou? – E ela se importa com a minha opnião? Tive que rir. Ela me fuzilou.
Justin: Desculpas! Não rir por mal. Na verdade eu amei as mechas, não faz muita diferença de como estava antes, mas está linda – Ela estava linda, ela era linda. Só não era minha, ... ainda! – Desculpas também por não ter ido hoje, adianta dizer que o treinador me obrigou a ir no treino do time que vai competir com a gente?
Demi: Existe celular. – Rebateu ela.
Justin: Caiu na poça de água. – me deu até uma náusea de pensar na Bella, como um dia eu pude me envolver com uma garota daquele tipo.
Demi: Eu acredito. – ela falou logo mais eu não prestei atenção, ela tinha que me perdoar.
Justin: Demi, você precisa me perdoar! – Não pede implorei. Coçando a nuca.+
Demi: Eu acredito em você, eu te perdoou. – Ela disse, como ela pode não me perdoar ee... opss.
Justin: O que? – Meus olhos se arregalaram.
Demi: É eu acredito. Quando você mente, você fica preocupado quando você fica preocupado você coça a nuca. – Sorrir, ela me conhece tão bem.
Justin: Como você pode ter certeza que não quero te magoar de novo? – Perguntei.
Demi: Para Bieber só tem nós dois aqui, por qual motivo me iludiria?
Justin: O que ta fazendo?
Demi: Te dando um voto de confiança.
Justin: Eu mereço?
Demi: Não.
Justin: Você tem sério problemas, sabia?
Demi: Já me falaram.
Justin: Eu to com medo. – assumi.
Demi: Quem deveria ta com medo, era eu certo? – Ela cruzou os braços pegando uma mecha do seu cabelo. Já falei que essas mechas estão lindas?
Justin: O que você ta tramando? – Indaguei. Ela apenas sorriu maliciosa – Me jogar pela janela na hora que eu for embora? – Sorrir e ela retribuiu.
Demi: Otima ideia! – pra que eu fui falar.
Justin: Eu vou pela porta. – Disse me virando, mais em seguida voltei.- Sem joguinhos agora. – Disse acariciando seu cabelo- Vem? – Peguei em suas mãos –Vamos fazer nosso piguinique.
Demi: Bieber ta tarde e. – interrompi colocando meu dedo sobre seus lábios.
Justin: Por favor. – apelei.
P.O.V Demi
Demi: Tá – Bufei – Vou trocar de roupa.
Justin: Você está linda assim. – Comentou ele.
Demi: Fica quietinho tá.
Ele fez carinha de cachorro sem dono, então eu fui me aproximando dele mexendo no seu cabelo perto da orelha, um fato sobre o Justin ele é dengoso e mimado, consegue tudo o que quer.
Justin: Ta bom ta bom. – Ele sorriu, sua mão forte e morna deslizava pelo meu pescoço, os lábios roçando em minha face, por apenas um momento só sentindo, depois ele começou a me beijar me deixando deliciosamente tonta. Havia no rosto dele um tipo de sorriso cúmplice, tão contagioso que deixei surgi nos meus lábios também.
Justin: Eu pulo e depois eu te pego. – Ele disse.
Demi: E se você não me pegar? – Perguntou ainda estávamos com a testa uma colada na outra.
Justin: Confia em mim. – Ela disse segurando minha mão.
Demi: -pensei- Eu devia né?. –Saiu involuntariamente.
(..)
Justin: Pronta? – Ele perguntou já la em baixo.
Demi: Sempre. – Pulei, mais logo em seguida parecia acontecer em câmera lenta, não consegue me segurar.
Eu cai.
A ultima coisa que podia ver era o choque no rosto do Justin. Fechei os olhos esperando ficar tudo escuro. Tudo ficar preto.
E então ele me pegou.Ele me abraçava com tanta força que achei que quebraria meus músculos, mais não queria que parasse, com meus olhos ainda fechados, sente sua mãos pega a minha, tão tremula e pálida.
Justin: Você está bem? – Ele perguntou me alinhando em seu colo.
Então eu comecei a chorar silenciosamente, chorar por está aliviada, chorar de alegria por ele ter me pegado, por te me salvado. Eu nunca sente uma coisa tão forte por alguém como eu sentia pelo Justin nesse momento, não importava tudo que ele tinha feito.
Demi: É só que -apontei para a janela- Ufa... – Sussurrei.
Justin: Eu prometi que pegaria, eu sempre vou te pegar sempre que cair. – Ele limpou minhas lagrimas, e eu sentei em seu colo para poder olha-lo - Não chore, quero ser o motivo da suas alegrias e não das suas lagrimas.
Demi: Quem disse que eu to chorando de tristeza?
Justin: E por que está chorando então?
Demi: Tenho que te dar aula de ciencias também?. -riu- Por que momentos como esse fazem todas as lagrimas de tristeza, parecerem valer a pena. – Então ele me beijou como nunca havia beijado antes. Um intenso e longo beijo que parecia que ele queria permanecer ali pra sempre. Beijei-o também, passando minhas mãos por sua nuca, entrelaçando meus dedos em seu cabelo, apertando nossos lábios um no outro com a maior força possível, esperando dar a ele uma coisa para ser lembrada.
Demi: Vem? – Me levantei do colo dele, oferecendo-lhe a mão.
Justin: Tem certeza que esta bem? – Ele levantou me abraçando de lado.
♫ Quando estou do seu lado, tudo fica bem ♪
Pensei.
Mais o que eu falei foi:
Demi: Você acha que essa é a primeira vez que eu me taco da janela e umcara me segura?. – por favor né?! -
Justin: Oi? Quem foi o outro?
Demi: Hm... Logan.
Justin: -bufou-
Demi: Ciúmes?
Justin: Não, que isso! -disse com uma voz fina - Ainda quer ir?
Concordei com um maneio de cabeça fazendo um biquinho, ele sorriu me abraçando, enterrei minha cabeça em seu pescoço, sentindo aquele perfume delicioso. Será que eu posso morde-lo?
Pode, pode, pode.
Não, u_u Se sai consciência.
Apenas dei um beijinho de leve, ele sorriu apertando sua mão direita em minha nuca, e a esquerda na minha cintura, e eu levantei meu campo de visão para que eu pude-se encara-lo. Aqueles olhos, que inunda minha mente, aquele mel luminoso, tão profundos, quase dourado...
Justin: Não machucou nada mesmo? – Cala boca e me beija lálálá.
Demi: Ele preocupado é lindo. – pensei.
Demi: Machucou. – Fiz biquinho e ele arregalou os olhos. – Bem aqui – peguei suas mãos colocando no meu coração. ~ Le entre meus seios ~ Meu coração que pulsava como uma escola de samba, o que era normal de acontecer quando ele me tocava.
Justin: O que ele ta sentindo?
Demi: Raiva.
Justin: De?
Demi: Sua boca está tão longe da minha. – O Sorriso que o Justin me dera, foi tão profundo, aquele sorriso gostoso que só ele sabe dar. Não hesitei em retribui, e em seguida ele veio se aproximando, passando a língua sobre os lábios.
Justin: Podemos resolver isso. – Então ele puxou meu tórax, me pressionando contra ele. Antes de ser dominada pelo seu beijo, ele me olhou mordendo os lábios, me deixando toda corada, mais por dentro estava me sentindo como no Clipe Firework. Então seus lábios encontraram o meu, puxei seu rosto pra mais próximo e o seu beijo me dominou. Sente sua língua invadir minha boca, com tanta cede, necessidade, fazendo meu coração sair pela boca de tão forte que batia. Puxei ele pra mais perto de mim, cada vez mais, como se fosse possível, paramos apenas pela falta de oxigênio . Nos entre olhamos.
Ele me abraçou por trás, apoiando seu queixo no meu ombro. Em seguida abriu a porta do carro, entramos e ele deu partida.
Aconcheguei minha cabeça no ombro dele.
Demi: Pra onde está me levando? – Perguntei.
Justin: Pra um lugar. – Ele disse me fazendo rir.
Demi: O lugar tem nome? – Eu já falei que sou curiosa.
Justin: Importa? – Ele perguntou revirando os olhos, saquei que é surpresa então resolve me calar.
Durante meia hora, nós dois prosseguimos em silêncio. Já era tarde estávamos indo em direção a um lugar deserto não passava nenhum carro.
Justin apontou para o norte uma cabana lá longe no meio de uma floresta escura, as luzes estavam acesas.
Ele foi parando o carro lentamente, até o motor rugir e parar.
Demi: Como sabia que eu viria? – Perguntei.
Justin: Eu não tinha certeza, só desconfiava.
Demi: Convencido... -revirei os olhos-
Justin: Uhum...– Ele disse depois abriu a porta do carro, uma brisa muito forte invadia a pista deserta. So sente uma coisa quente em minhas costas, o Justin tinha me dado seu capote de capitão do time de futebol, vesti. Depois me virei para olha-lo aquele olhar me atraindo para perto, ele me abraçou no meio daquela noite negra. Olhamos para o céu, tão estrelado apoiei minha cabeça em seu ombro e ele abraçou meus braços.
Justin: Olha Demi. – Ele apontou pra uma estrela cadente. Pegou minha mão e puxou para o meio da pista em direção a estrela. - Faz um pedido, dizem que ser realiza quando se pede com coração.
Ele me olhou sorrindo, pegou minhas mãos e fechou os olhos.
Demi: O que pediu? – Perguntei a ele.
Justin: Não pode contar se não se realiza. – Ele disse me fazendo rir, ele levava a sério esses mitos?
Justin: E você? – Ele mordeu o canto dos lábios.
Demi: Que papai noel existisse. -ele gargalhou e disse -Não acredito nessas coisas. – Bufei.
Justin: Demi? – Ele me repreendeu. Rir.
Demi: Ta bom. – Sente suas mãos tapar meus olhos então eu pedi.
Não sou muito disso estrelinha, mais ele não pode ficar assim pra sempre? Nunca quero me cansar disso nunca quero que ele se canse, Sabe de mim de nós, de nos dois.
Ele tirou suas mãos e eu abrir os olhos.
Demi: Foi tão fácil. – Disse e sorrir.
Justin: Vamos entrar tá frio. – Entramos na cabana.
Era uma casinha de madeira abandonada as luzes eram de lampião o que dava um ar romântico, ele tinha trago o piquenique todo pra cá, fiquei admirando todos os detalhes da casa, com os olhos brilhando achando tudo aquilo fofo.
Demi: O que pretende? – Perguntei a ele.

